No 2º concelho mais pobre da Área Metropolitana de Lisboa, e apesar da CMS ter muitas receitas, apenas 2,5% da despesa de 2018 foi para apoios sociais.
Propostas: apoio à carência alimentar; apoio domiciliário idosos; programa de ocupação de tempos livres para idosos; bolsas de estudo para jovens de famílias carenciadas; programas de férias para crianças de famílias carenciadas.